Extrato seco concentrado 5:1
O nome genérico significa “alimento dos deuses” (theobroma) e seu nome específico cacao provém da palavra asteca “kakawa”.
Os americanos da América Central usavam o grão de cacau para tratar as dores da gravidez, febre e tosses.
Extrato seco concentrado de Theobroma cacao.
Parte usada: semente
Composição Química (Fitoquímicos)
Fitoquímicos – flavonóis, flavonóides, quercetina, cafeína e teobromina. Phytochemicals)
Propriedades
Emoliente, diurético, vasodilatador, estimulante do SNC e do coração análogos às da cafeína.
Os grãos de cacau contêm xantinas que têm propriedades diuréticas e vasodilatadoras.
A teobromina relaxa o músculo liso do trato digestivo.
A alta concentração dos estimulantes cafeína e teobromina nos grãos combate a fadiga e promove um impulso energético. A teobromina tem uma ação similar à cafeína, mas seu efeito no sistema nervoso Central é menos potente.
Um estudo realizado por Ding El e colegas entitulado “Chocolate e Prevenção de Doença Cardiovascular : uma Revisão Sistemática”relata que o cacau e o chocolate podem exercer efeitos benéficos na proteção cardiovascular diminuindo a pressão sanguínea, atuando como antiinflamatório, tendo função antiplaquetária, aumentando o HDL e diminuindo a oxidação do LDL.
O Instituto de Química Agrícola e Tecnologia Alimentícia da Espanha realizou um estudo que mostrou que um extrato de cacau rico em flavonóides teve um efeito bactericida em Bacillus cereus.
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Cacau |
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Chá Verde |
Chá Preto |
Polifenóis (ácido gálico) |
61 mg |
340 mg |
165 mg |
124 mg |
Flavonóides (Epicatequinas) |
564 mg |
163 mg |
47 mg |
34 mg |
| Indicações Terapêuticas |
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Alimento energético; |
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Debilidades orgânicas e no esgotamento físico; |
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Energético utilizado nos ataques anginosos; |
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Estimulante das funções do aparelho urinário combate as nefrites; |
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Preventivo e dirurético nos ataques anginosos; |
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Diurético. |
Sugestão de dose – 500 mg/ dia de preferência no período da manhã.
Referência Bibliográfica
www.phytochemical.info/plants/cacao.php;
www. ci-67.ciagri.usp.br;
Raul Coimbra. Manual de Fitoterapia – 2ª ed. – Belém; Edições Cejup, 1994.
J Agric Food Chem. 2001 Jul; 49(7): 3438-42 |