Ações Terapêuticas
Aminoácido, nutriente.
Propriedades
A glicina é considerada o aminoácido mais simples, pois só têm um átomo de hidrogênio em sua cadeia lateral, é o único aminoácido que não é opticamente ativo. A glicina é essencial na biossíntese dos ácidos nucleicos, assim como dos ácidos biliares, porfirinas, fosfatos de creatina e outros aminoácidos. A glicina possui propriedades similares às do ácido glutâmico e do GABA no que toca à inibição de sinais neurotransmissores do sistema nervoso. É um neurotransmissor inibitório, glicogênico (converte-se em glicose no fígado). Por transminação ou desaminação oxidativa, forma o ácido glioxílico, que é posteriormente metabolizado em ácido fórmico. O nitrogênio amino Glicina é rapidamente trocado com outros aminoácidos. Por essa razão, A Glicina é adicionada em quantidade considerável às misturas de aminoácidos essenciais, como fonte de nitrogênio para a síntese de aminoácidos não essenciais no organismo, por aminação ou transaminação. A glicina participa de várias funções fisiológicas de importância. E rapidamente em L-Serina por condensação com formaldeído ativo. Átomos de a-carbono e nitrogênio são usados na síntese da heminada hemoglobina. Por transmetilação , a glicociamina é convertida em creatina, a qual está presente nos músculos, no cérebro e no sangue como um promotor da contração muscular, além de inibir ao desejo de consumo de açúcar.
Indicações
Tratamento de acidez gástrica, distrofia muscular gástrica, deficiência protéica, hipoproteinemia, desnutrição.
Interações
Não apresenta.
Precauções
Não apresenta.
Reações Adversas
Apresentam-se somente por sua aplicação parenteral em forma de distúrbios
digestivos (náuseas, vômitos) ou reações febris.
Contra-Indicações
Insuficiência hepática ou renal grave. Anúria.
Posologia
Administrar entre 500 mg à 1300 mg
Fórmula Molecular
C2H5NO2
Peso Molecular
P.M.: 75.07
Sinônimos
Amino acetic acid
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